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“... o qual também nos capacitou para sermos ministros dum novo pacto, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.”
II Coríntios 3:6.
Somos Ministros de um Novo Pacto, vivendo uma Aliança Inquebrável
Neste texto vemos que um Pacto uma vez ratificado, confirmado, autenticado, homologado, comprovado, ninguém anula ou acrescenta, ou seja, Aquilo que o Eterno ratificou, confirmou, autenticou, homologou, comprovou a cerca da sua vida, da sua família, do seu ministério, dos seus negócios não podem ser anulados. Foi conquistado por preço de sangue, Jesus o sacrifício vivo foi quem consumou tudo isso na cruz por
mim e por você.
Deus é um Deus de Pacto (Aliança) Ele não muda ML 3:6 diz: “Por que eu o Senhor, não mudo por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos”.
Ele não caminha com ninguém sem antes ter com ele um Pacto, isto é um princípio bíblico estabelecido por Ele.
É impossível caminhar com Deus sem este entendimento, porque é através dele que nos é garantida as bênçãos, as promessas e as conquistas.
Segundo o dicionário a palavra Pacto significa: Acordo, testamento, contrato, aliança, sociedade entre pessoas em que se estabelecem compromissos, deveres, obrigações e privilégios.
Pacto é uma declaração de propósitos, é um decreto.
O problema é que nós que servimos a um Deus de Pacto (Aliança), as quebramos facilmente.
Um discípulo que não vive imergido em um Pacto (aliança): não avança, não se desenvolve, não produz de acordo com sua capacidade, vive sempre abaixo do seu potencial. Porque saiu da rota da honra e se estabeleceu debaixo de desonra.
Não existe meia aliança, uma quase aliança, meia vitória, uma quase conquista.
Deus não é um Deus de quase, Ele é inteiro, suas propostas são Eternas, Jesus morreu para que tivéssemos vida, salmos dizem “O Senhor é o meu pastor...”, “Deus é o meu refugio e fortaleza...”. Ele é um Deus de alianças, e nós somos?
Para termos uma caminhada de êxito, precisamos permanecer em alianças.
Entendendo que nem sempre será como gostaríamos. Porque alianças não são baseadas em sentimentos que se quebram. São alicerçadas numa decisão consciente, fiel e 
madura. São estas que perduram, sobrevivem diante das adversidades e cumprem
integralmente seus propósitos. Nosso desejo e que neste novo ano possamos viver uma aliança ainda mais
profunda, alcançando níveis ainda mais altos, tocando o sobrenatural e recebendo os milagres,as bençãos e as promessas de um Deus de Pacto.
Somos ministros e ministras de um novo Pacto.
Pr. Carlos Apolinário